25/08/2016 - 15:00:00
Gastronomia> Cerveja Braza Marcos Bassi > harmonização


Para harmonizar com as excelentes carnes das casas com a grife Marcos Bassi, a cerveja Braza é a garantia de satisfação.

Cerveja Braza para o Templo da Carne e Casa de Grelhados Marcos Bassi

Meninas e meninos,

Conhecido como o “Artesão da Carne”, Marcos Bassi levou sempre a melhor carne, do melhor gado e com o melhor corte, para que em seu Templo da Carne, se fizessem os melhores churrascos.

Hoje, com as suas filhas Fabiana e Tatiana levando o conceito aprendido do pai ao pé da letra, não só as carnes são padrão, mas a cerveja desenvolvida pela Cervejaria Rasen Bier, de Gramado no RS, especialmente para os restaurantes da grife Marcos Bassi, aparecem como opção de harmonização para os variados cortes.

A Cerveja Braza Marcos Bassi nasceu como um produto que combina a tradição do churrasco com os novos sabores das cervejas artesanais, sua receita foi desenvolvida pelo especialista em cervejas, Sady Homrich, e contém 4 tipos de malte, (Pale Ale, Pilsen, Biscuit, Vienna) e 3 tipos de lúpulos (Galena, Cascade e Simcoe) o que coloca a cerveja na “família” das ALE. Seu estilo, APA – American Pale Ale, apresenta aparência límpida, cor dourada, aromas de malte e amargor bastante presente, ideal para acompanhar carnes grelhadas.

Para brilhar ainda mais, o festival “Steak Revolution”, onde se faz a degustação de dois cortes Bife de Chorizo e Picanha, de quatro raças diferentes: Nelore, Angus, Hereford e Wagyu, as quais que possuem texturas e marmoreio bem diferentes.

Mas a ideia do festival nasceu do documentário francês de mesmo nome, onde uma equipe de especialistas percorre o mundo em busca do steak perfeito. Marcos Bassi foi o único brasileiro a ser citado no filme, onde o produtor Franck Ribière classificou a Fraldinha do Bassi como uma das melhores carnes do mundo.

Juntando os apaixonados por carnes na brasa, com os amantes de cerveja, Fabiana e Tatiana levam adiante o nome Bassi com impecável profissionalismo, proporcionando ao público a oportunidade de sentir as diferenças dos cortes das raças, acompanhados de uma cerveja especial, a Braza Marcos Bassi.

A cerveja Braza Marcos Bassi será comercializada nos empórios e nos restaurantes do Grupo Bassi, no e- commerce e na rede de supermercados Záfari.

Templo da Carne de Marcos Bassi
Rua Treze de Maio, 668 – Bela Vista – São Paulo-Tel. (11) 3288-7045
Casa de Grelhados Marcos Bassi
Rua Ministro Jesuíno Cardoso, 501 – Vila Olímpia – São Paulo- Tel. (11) 4301.7277 – 3045.6183
www.marcosbassi.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

Volta ao topo da página
24/08/2016 - 10:30:00
Bebidas> Vinhos brasileiros > 2º EnoBrasil


2° EnoBrasil com foco nos vinhos brasileiros será dia 29 de Agosto

Logo do 2° EnoBrasil

Meninas e meninos,

Vem por aí mais um evento onde os vinhos brasileiros são o centro das atenções.

Vamos todos participar, pois o que precisamos com os nossos vinhos é que sejam mais conhecidos e consumidos, e que possam mostra o salto de qualidade que deram nestes últimos anos.

O 2° EnoBrasil, já houve o 1º ano passado, onde o objetivo, além de como disse acima, mostras a evolução e qualidade dos vinhos brasileiros, é a de aproximar clientes, sommeliers, apreciadores e produtores.

Este encontro é realizado pela Osteria Generale, anualmente, trazendo informações, degustações e contato direto com o produtor.

No primeiro ano foi realizado um jantar harmonizado em parceria com 4 vinícolas brasileiras. Este ano a proposta é mais descontraída e interativa; serão 6 vínicolas (Aurora, Casa Perini, Casa Valduga, Lidio Carraro, Pizzato e Salton) e mesas com os parceiros Basilicata (pães e antepastos) e Queijos Scala.

Com um layout no estilo de feira de vinhos, o cliente tem a liberdade de escolher entre os mais de 50 rótulos de vinhos que deseja degustar e terá como, se preferir, harmonizar seus vinhos preferidos com antepastos e brusquetas, um cardápio de massas que serão servidos pela Osteria Generale e os pães.

O evento terá atrações como música instrumental brasileira ao vivo (piano e violino), um artesão que realiza arte com rolhas de vinhos, e agência de viagens especialidade em enoturismo. O evento acontecerá diai 29 de Agosto de 2016, segunda-feira, das 19h às 22h. Haverá venda dos vinhos com preços especiais.

O valor é de R$85,00 e inclui toda programação e estacionamento com manobrista. Convoco aos apaixonados pelos vinhos em geral, e os vinhos brasileiros em particular, assim, como eu, que prestigiem esta ação com os produtores brasileiros.

A compra do ingresso é pelo site Sympla, via link: https://www.sympla.com.br/2-enobrasil---evento-anual-de-vinhos-brasileiros__82324 ou no próprio restaurante.

No dia do evento o valor é R$95,00 na porta, se ainda houver ingressos disponíveis, pois estes são limitados.

Local
Osteria Generale -Rua Dr. Fausto Ferraz, 163

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

Volta ao topo da página
23/08/2016 - 14:40:00
Bebidas> Vinhos > Afincado Tardio Petit Manseng


Abri minha última garrafa de Afincado Tardio Petit Manseng e era ainda da safra 2004

Afincado Tardio Petit Manseng da Terrazas de Los Andes do grupo LVMH

Meninas e meninos,

Sabe quando a saudade aperta pela perda de um ente querido, por mais que saibamos que este está melhor que nós no lugar para onde foi?

Pois assim me senti e sinto por estes dias.

Mas, em meio à este sentimento triste, encontrei perdida entre minhas garrafas de vinho, uma única e derradeira do late harvest que aprecio muito, o Petit Manseng Afincado Tardio, um exemplar da Terrazas de Los Andes do grupo LVMH.

Claro que não dividi com ninguém!

Nem me julguem, pois o vinho, um 2004 estava “esquecido” dentre outros exemplares, e eu não queria que algum convidado passasse pela desventura de degustar um vinho que não estivesse em plena forma.

É bem verdade que eu também queria sorver o líquido sozinho, mas a ideia de servi-lo sem todas as suas ótimas características também foi decisiva.

Em outra oportunidade convido mais alguém, e quem já não fez como eu, que atire a primeira rolha!

Só para constar, estava ótimo, são vinhos que se bem guardados são longevos, e bota longevo nestes mais de dez anos decorridos.

Mas não vou descrever o vinho porque o degustei só, para meditar na saudade que sentia e sinto da alma generosa e ímpar que se foi, mas relembro aqui uma entrevista que fiz com o Hervé Birnie-Scott, chef de Caves da vinícola, faz alguns anos.

“Hervé Birnie-Scott e os vinhos TERRAZAS DE LOS ANDES”

Hervé Birnie-Scott, chef de Caves da vinícola, esteve em rápida passagem pelo Brasil, e por São Paulo, não sem ao menos, com a ajuda do amigo Fred, da assessoria de imprensa, intermediar uma pequena resenha, pois a falta de tempo e o acumulo de atividades não permitiu muito mais.

Antes um pouco do que já escrevi poderá ser lido em:
http://divinoguia.blogspot.com/2008/09/este-vinho-pede-sobremesas-afincado.html época onde logo depois comprei umas quatro garrafas se não me engano, da qual agora bebi a derradeira.

http://divinoguia.blogspot.com/2010/07/almoco-com-herve-birnie-scott.html

Vejam o que o Hervé me respondeu:
DivinoGuia-Como foi a adaptação de um enólogo francês ao terroir Mendoncino?

Hervé-Foi como um encontro de uma pessoa e um tesouro. Descobri um diamante ainda não lapidado, que era Mendoza 20 anos atrás. Tive que lapidá-lo.

DG-A Petit Verdot está nos planos para integrar a família de rótulos Terrazas?

H-Não como variedade pura, mas sim como componente para temperar alguns varietais dominantes como Malbec, C. Sauvignon ou até com a Merlot.

DG-A Petit Manseng do Afincado Tardio, seria interessante para um Botrytizado?

H-A Petit Manseng é uma variedade muito especial que permite elaborar vinhos licorosos com super maturação e colheita bem tardia por sua casca grossa. O fungo botrytis precisa de umidade e não se desenvolveria na área seca de Mendoza.

DG-Quando o vi, na ocasião daquele almoço ano passado, havia dito a você que para mim, o Terrazas Reserva Malbec, nada devia ao Afincado. E agora nesta nova safra, com está vinho?

H - A safra 2008 do reserva Malbec tem uma definição aromática de fruta muito elegante e muito precisa, muita fruta negra como cereja, longo na boca, com intensidade de Malbec; floral (violeta) e uns aromas complexos como menta e canela, e isto complementado com aporte de barrica nova, com tostado que trouxe aromas de baunilha, caramelo em harmonia com a fruta. Foi um ano de temperatura fresca e em boca sentimos a frescura natural do vinho, boa acidez e tanino sedosos e equilibrados. Um vinho que tem ótimo potencial de envelhecimento.

DG- Planos para um espumante com rótulo Terrazas, já que a LVMH é expert em tais vinhos?

H-Não há nenhum interesse em elaborar vinhos espumantes na Bodega Terrazas.

DG-Em sua opinião, para a enogastronomia, qual família de rótulos Terrazas aconselha?

H-Torrontés: vai bem com comida asiática e sushis
Chardonnay: vai bem com peixes e frutos do mar
Malbec: para carnes suculentas de churrasco
Cabernet Sauvignon: vai bem com ragouts de carne e molhos mais fortes
Afincado Malbec: por ser mais denso, concentrado e complexo vai bem com carnes tostadas por fora.

Pena que não pudemos nos estender e usufruir a sabedoria e experiência do Hervé, mas vinho é business, e ele mal teve tempo de respirar, quando em sua passagem por aqui.

Obrigado pela pequena resenha.

Terrazas de los Andes
www.terrazasdelosandes.com.ar

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

Volta ao topo da página
22/08/2016 - 15:00:00
Bebidas> Vinhos > Vinhos Argentinos


Uma das melhores relações preço X qualidade, a linha Estiba I da Bodegas Esmeralda agrada em cheio.

Estiba I Cab. Sauvignon 2015 da Bodegas Esmeralda importado pela Mistral

Meninas e meninos,

Em uma época onde as coisas têm preços muitas das vezes baseados no marketing; preços que sempre estão acima de uma proporção adequada aos bolsos da maioria; descobrir que existem ainda boas relações de preço X qualidade é quase um dever.

Pois é um destes achados no mundo dos vinhos que aqui transcrevo, a linha de vinhos da Bodegas Esmeralda, argentinos puro sangue, e mais, conduzidos pelos negócio que têm o quase sagrado nome Catena Zapata, seu fiador, pois a Bodegas Esmeralda faz parte deste emblemático grupo mendoncino.

Verdadeiros achados, diria eu, em meio ao mar de vinhos que dispomos em nosso país, são vinhos de excelente qualidade e preços mais ajustados aos bolsos mais comuns, além de serem trazidos pela Mistral, uma das mais respeitadas importadoras, o que também serve de chancela.

Degustei faz algum tempo estes vinhos, e queria ter ais chances de fazê-lo, e agora escrevo sobre a linha degustada: Estiba I Chardonnay 2015; Estiba I Tempranillo Rosado 2015; Estiba I Cabernet Sauvignon 2015; Estiba I Malbec 2015 e Estiba I Sémillon/Sauvignon Blanc Sobremadurado 2015.

O Estiba I Chardonnay 2015 com leve passagem por madeira(apenas 20% do vinho estagia por 3 meses), é bom de acidez, dando-lhe o frescor necessário aos brancos, com uma certa untuosidade, certo corpo, que o torna fácil de harmonizar. Bem mineral, um frutado sóbrio, é comportado em álcool, e ótimo para as massas, queijos e claro, frutos do mar.

O Estiba I Tempranillo Rosado 2015, é mais exuberante no nariz e em boca no que respeita às frutas, falta um pouco de acidez para torna-lo mais exuberante, mas o torna um bom acompanhante de gastronomia mais especiadas e olfativas doces, além das que contrastem com o salgado como os queijos de massa dura e curados.

O Estiba I Malbec 2015 também tem pouca passagem por madeira, cerca de 4 meses em barricas de carvalho americano. Frutado e com especiarias no olfato, que se confirma em boca, é um vinho que poderá ser guardado, pois tem acidez e taninos para isso, sem contar o álcool de 13%. Acompanha bem carnes vermelhas, massas com molhos mais aromáticos à base de carnes e tomates, aves e queijos.

O Estiba I Cabernet Sauvignon 2015, da linha, foi o que mais me chamou a atenção. Passagem por madeira mesclada em 25% americana e 75% francesa por cerca de 4 meses, apresenta mineral no olfato, um frutado como cereja madura, algumas especiarias como o cravo. Em boca confirma a mineralidade, o frutado, com uma ótima acidez e taninos presentes, mas sedosos e agradáveis. Ótimo para carnes mais gordurosas, braseadas, assadas e grelhadas. Também com aves de caça com a galinha d’Angola deve ficar ótimo, pois é firme, mas tem sua “ternura” no equilíbrio e balanço.

Para a sobremesa, o e Estiba I Sémillon/Sauvignon Blanc Sobremadurado 2015-Dolce Natural, um late harvest com muito floral e sutil mineralidade, onde a Sémillon entra com 90% do corte. Para queijos mais salgados, com mofo azul, e bolos sem muito açúcar e recheios melados é o indicado.

Todos estes vinhos, incluindo o Sobremadurado que também vem em garrafas com 750 ml estavam por menos de R$ 48,00 mas é bom checar antes, pois os preços com nossas flutuações de moeda e impostos que se inventam e criam como do nada, pode tê-lo alterado.

Mistral
www.mistral.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

Volta ao topo da página
16/08/2016 - 15:30:00
Bebidas> Vinhos > Beaujolais


Vinhos de Beaujolais e suas denominações são ideais para nosso clima

Mapa com os Crus de Beaujolais

Meninas e meninos,

Já escrevi antes sobre Beaujolais, e acho importante destacar aqui uma diferença técnica que sempre me perguntam sobre a maceração carbônica, ou semi-carbônica que a região de Beaujolais tradicionalmente utiliza para a vinificação de seus Gamays.

A maceração, em primeiro lugar, significa o que nossos avós já faziam com algumas ervas, folhas, sementes, para os males que os afligiam lembram?

Utilizar um meio qualquer para que se extraiam as propriedades que se desejem, no caso das infusões dos avós, algumas folhas milagrosas, por exemplo, macerando-as, socando-as, deixando-as em infusões extratoras.

No caso das uvas, macerar é extrair cor e propriedades do contato que as cascas com o suco da polpa, que em geral é branco, irão dar cor ao líquido.

Também, são extraídos os componentes fenólicos, antioxidantes; resumindo, no caso dos vinhos, macerar significa deixar as cascas em contato com o suco para dar-lhe cor.

Posto isto, a maceração carbônica difere da semi-carbônica por um detalhe bem simples de se entender: na primeira as uvas são colocadas inteiras em recipientes já saturados de gás carbônico, que irá execre pressão e romper as células, e na segunda, este mesmo gás carbônico se forma como início da fermentação alcoólica, principalmente pelo peso ao qual as uvas do fundo do tanque são submetidas, e que as rompem, e se acumulará no recipiente. Daí em diante o processo é o mesmo.

Em ambos os caso, o resultado é a fermentação intracelular pelo rompimento.

Em Beaujolais, que tem tradição vinícola muito longa, mais de 2 000 anos, seria injusto com os produtores e as 12 AOC com 10 Crus, que utilizam as cepas Gamay e Chardonnay, confundir seus vinhos sempre com os Beaujolais Noveau, case de Marketing.

Os vinhos de Beaujolais têm seu enorme apelo e não são todos iguais.

Das 12 denominações, sendo 10 delas Crus, nascem vinhos fantásticos, alguns com muito bom potencial de guarda.

Os 10 Crus com suas áreas são os seguintes:
Juliénas(600 ha); Saint-Amour(320 ha); Chénas(250 ha); Moulin à Vent(660 ha); Fleurie(890 ha) Chiroubles(360 ha); Régnié(370 ha); Morgon(1.100 ha); Côte de Broully(310 ha);Broully(1.300 ha); as outras duas que completas as 12 são Beaujolais e Beaujolais Villages.

Os tintos são da uva Gamay, que conta com 20.000 ha dos 36.000 ha desta uva plantada no mundo, e os brancos de Chardonnay vêm crescendo em quantidade de área plantada.

A região tem 12 denominações: As AOP Beaujolais e AOP BeaujolaisVillages que representam 60% da produção e encontram-se essencialmente na parte sul.

As 10 denominações de “crus” são situadas no norte, em terroirs graníticos e vizinhos da prestigiosa Borgonha, representando 40% da produção.

A Gamay oferece vinhos amplos, frescos e frutados com taninos macios para serem bebidos jovens, mas podem e alguns envelhecem muito bem e melhora com o tempo.

No Brasil, onde a temperaturas médias são sempre acima dos 22º, os vinhos de Beaujolais são ideias, pois pedem um resfriamento um pouco maior, e são ideais para o calor, sendo também muito gastronômicos.

Nesta última apresentação do Antony Collet, diretor de marketing da Inter Beaujolais, degustamos 7 vinhos das denominações:

Beaujolais Laurent Chardigny 2014-Beaujolais-Importado pela Cantu
Beaujolais Villages Château de La Terrière 2013-Beaujolais Villages-Importado pela Chez France
Régnié Claire Rivir 2013-Régnié-Importado pela Vino Ideale
Fleurie Georges Duboeuf 2011-Fleurie-Importado pela Interfood
Saint-Amour, Domaine de La Pirolette 2013-Saint Amour-Importado pela Chez France
Morgon, Château Gaillard 2013-Morgon-Importado pelo Empório Mundo
Moulin-à-Vent Domaine Les Gryphée 2011-Moulin-à-Vent-Importado pela Franco Suissa

Cada um deles, e nesta ordem degustada, dos mais “simples”, aos mais complexos e encorpados, muito elegantes e equilibrados.

Minha preferência pelos Morgon continua a ser exercida, mas confesso que depois de ter degustado este ótimo Saint Amour Domaine de La Pirolette fiquei fã.

Olfato com algum canforado ou algo de frescor, frutado, alcaçuz, mineral, especiarias e “carne”(aquele aroma de carne fresca, sanguínea), delicioso(ao menos para os carnívoros). Em boca confirma o frutado, é suculento e um tanto untuoso até, com especiarias e uma pimenta levemente ardendo na língua. Fantástico.

O Morgon ótimo, de vinhas velhas com 90 anos, mineral e austero em boca, chocolate e alcaçuz.

Outro que empolgou-me foi o Moulin-à-Vent Domain eles Gryfhées, o mais floral para mim, frutado maduro, frutas secas e chá. Confirmando em boca as frutas secas, frutas vermelhas maduras quase em compota.

Muito didática a degustação, e ótima para vermos as reais diferenças entre denominações e o que se podem fazer com a Gamay, e para provar que são vinhos gastronômicos, fomos brindados com um belo almoço na Fogo de Chão, onde as carnes e a morcilla harmonizou muito bem com os vinhos.

www.vinhosdobeaujolais.com.br
www.beaujolais.com

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

Volta ao topo da página
13/08/2016 - 08:15:00
Bebidas> Gastronomia > Site DivinoGuia


O site DivinoGuia está sendo renovado e modernizado, mas continua no ar-Aguardem as novidades

Nova aparência da página www.divinoguiua.com.br em breve no ar.

Meninas e meninos,

Depois de quase dez anos escrevendo para o meu título DivinoGuia, resolvi modernizar sua aparência, tornando-o mais leve e funcional.

Comecei com um Blog, que de tanto sucesso(esta teoria é a única que encontrei, mesmo podendo parecer pedante, afinal quem se interessaria em fazer isto a uma página sem visualizações não é mesmo?) foi hackeado, o que me forçou a mudar para um site, que mantive com o mesmo logo e formato.

Este nome surgiu de uma parceria mais antiga ainda onde já era um site onde eu escrevia sobre vinhos e todo o entorno que há com este tema, com mais amigos como Roberto Paes, Luis Calmon e Adriana Santos.

Meu querido amigo Roberto Paes, a quem carinhosamente chamo às vezes de Bobinho(o trocadilho vem do apelido Bob), ora chamo de Psicabob( em virtude de uma de suas atividades profissionais, a de Psicanalista),foi o responsável, técnico que me ajudou a colocar no ar o DivinoGuia nesta fase longa que em breve se findará.

O novo logo e formato já estão em meus cartões comerciais, e, como disse, logo mais estará também no ar com o site.

Espero que continuem a me prestigiar, como até aqui, e que gostem da nova “cara”, pois como diz meu lema: DivinoGuia-Um novo olhar sobre tudo o que proporciona prazer.

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

Volta ao topo da página
12/08/2016 - 13:30:00
Gastronomia> Bela Gil-Mãe Terra > gastronomia brasileira


Comemorar:a própria palavra lembra comer!

RECEITA DE BELA GIL: RITTO DA CHEF AO FUNGHI-divulgação

Meninas e meninos,

O dia dos pais está chegando, e com ele a vontade de fazer uma bela comemoração, com almoço especial, vinho especial, e carinho redobrado.

Para quem ainda tem seu pai por perto, ótimo se ele puder comparecer ao almoço especial de dia dos pais.

Àqueles que já não o têm, e se forem pais, lembrem-se com alegria e comemorem muito.

Aos pais que têm netos, bisnetos, estes comemorem em dobro, mas sempre com a certeza de não abusarem das comidas e bebidas, afinal, é comemoração e não uma prova de resistência.

Recebi alguns produtos da Mãe Terra assinados pela Bela Gil, com sugestões de receitas para serem utilizadas, e uma delas, com um mix de 4 tipos de arroz, que já vêm embalado sob o nome de Ritto, onde são todos integrais e contendo arroz vermelho, preto, moti e longo.

Também vou sugerir um vinho para acompanhar, que casa bem com a receita que leva funghi, e, portanto lembra um vinho italiano.

O vinho é o ótimo COS Cerasuolo di Vittoria Clássico DOCG 2012, trazido ao Brasil pela Importadora Italiamais.

Vinho da Sicília, aos pés do Etna, corte das uvas Nero D’Avola(60%) e Frapatto Di Vittoria(40%), onde seu produtor não se utiliza de leveduras de laboratório, somente as leveduras indígenas, e utiliza os princípios da vinicultura biodinâmica, buscando o equilíbrio com a natureza, vindo em direção dos produtos da Mãe Terra por Bela Gil.

Hoje, esta vinícola é conceituada no mercado, sendo seu Nero D’Avola um dos melhores do mundo.

Voltando à receita, o nome dado é:Ritto da Chef ao Funghi, e como disse antes, é alternativa como acompanhamento da refeição para comemorar data do dia dos pais.

Preparo básico

Lave 1 xicara de chá de Ritto da Chef deixando escorrer bem o excesso de água.

Em uma panela média, refogue alho e cebola até dourar.

Acrescente o arroz e refogue um pouco, adicione 2 xícaras de chá de água fervente, 1/2 colher de chá de sal, será ótimo se usar o sal Maríssimo Mãe Terra, e deixe cozinhar com a panela meio tampada. Após secar a água por completo (aproximadamente 30 minutos), tampe a panela, desligue o fogo e deixe descansar por 5 minutos antes de servir.

Para o arroz com funghi:
1 xícara de chá de Ritto da Chef cozido.

50 g de funghi porcini ou chileno seco preto e 1/2 cebola picada.

2 colheres de sobremesa de azeite e 1 colher de sopa de alecrim fresco.

2 colheres de sopa de biomassa de banana verde.

2 colheres de sopa de cebolinha picada

1/4 de xícara de chá de vinho, pode ser o branco ou o próprio vinho que irá acompanhar a refeição, lembrando que no caso de vinho tinto, este dará cor ao preparo, e junte a água que hidrato o funghi.

Sal Maríssimo Mãe Terra e pimenta-do-reino a gosto.

Modo de Preparo
Deixe o funghi de molho por 6 horas, trocando a água até três vezes, em uma panela, refogue a cebola com o azeite e deixe dourar.

Acrescente o funghi, o alecrim, o vinho e deixe cozinhar por 3 a 5 minutos, adicione o sal e a pimenta-do-reino.

No liquidificador, bata a biomassa com uma xícara da água do funghi que ficou de molho.

Misture o Rito com o funghi e, em fogo baixo, acrescente a mistura da biomassa.

Misture bem e deixe cozinhar até formar uma consistência cremosa. Para servir, misture a cebolinha e acerte o ponto do sal e da pimenta-do-reino.

Este prato pode acompanhar carnes, peixes, aves.

No nosso caso, uma carne de ave, por exemplo, a galinha d’Angola vai harmonizar muito bem e ajuda na harmonização com o vinho.

Italiamais
www.italiamais.com.br

Mãe Terra
www.maeterra.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

Volta ao topo da página
11/08/2016 - 15:00:00
Bebidas> vinhos brasileiros > Salton para Bráz


Ao completar 106 anos de vida, a Vinícola Salton continua jovem no jeito de ser e se renova.

Vinho Cabernet Sauvignon 2012 com a marca Salton para Bráz

Meninas e meninos,

Quando a Salton completou 100 anos-veja http://divinoguia.blogspot.com.br/2010/08/angelo-salton-e-homenageado-na-festa.html houve lançamentos significativos com o rótulo alusivo à data.

Neste mês de Agosto, prestes a completar os 106 anos, a Salton se rejuvenesce com parcerias, completando algumas mudanças em sua governança corporativa, já implementadas, ao mudar a estrutura na empresa.

Dois novos diretores foram admitidos no organograma e dois novos responsáveis técnicos surgiram.

“Por muitos anos, mantivemos uma estrutura tradicional. Agora, com um trabalho de gestão realizado nos últimos anos, trazemos mudanças para dar agilidade, eficiência e inovação ao processo. Com a aposentadoria do diretor-técnico Lucindo Copat, concluímos que era importante dividir as responsabilidades”, explica o diretor-presidente da vinícola, Daniel Salton.

Copat exerceu em dedicados 30 anos, com vigor e determinação absolutas, seu trabalho frente à direção técnica da vinícola, de agora por diante estas responsabilidades passam a ser direcionadas a três áreas específicas e independentes, com seus respectivos líderes.

Copat será um consultor externo, participando do Comitê de Gestão, e continuará auxiliando o departamentos técnico com orientações, pesquisas e inovações.

Marcos Paulo Flamia é o novo diretor industrial júnior, colaborador desde 2006, onde gerenciará os setores de engarrafamento, linhas I, II e III, qualidade, suprimentos e logística.

O responsável técnico Luciano Salton, enólogo com 37 anos de experiência na empresa, responderá pelos setores de enologia e elaboração.

Maurício Copat, com seis anos de vinícola, atuará como responsável técnico do departamento agrícola, à frente de toda a estrutura de vinhedos próprios, assim como pelo relacionamento com fornecedores de matéria-prima.

Na área administrativa, Marcelo Cavalet Lucchese, há sete anos na Salton, assume a função de diretor administrativo júnior. Ainda integram o quadro diretivo Maurício Salton, nas operações, Cleber Slaifer, no comercial, e Luciana Salton, como diretora executiva.

Pois vem daí o convite feito por Luciana Salton através da assessoria Cristina Neves, para mais uma novidade(virão outras segundo confidenciou-me Luciana Salton), para conhecer o rótulo que a Bráz lança.

Parceria entre a Bráz e a Salton o rótulo “Salton para Bráz”, um Cabernet Sauvignon 2012 Sauvignon da Campanha Gaúcha, que apenas estagiou 6 meses em madeira, trazendo leveza e frutas abundantes aos olfato e paladar.

O rótulo é exclusivo para a marca e pode ser levado para casa, completando a harmonização desejada no aconchego do lar, seja com as pizzas, seja com tapas, seja com petiscos, ou mesmo seu prato preferido.

Vinho fresco, boa acidez, frutas no olfato que se confirmam em boca, taninos resolvidos, e alguma especiaria, faz deste vinho um jeito simples de se gostar degusta-lo, com massa, carnes vermelhas, queijos.

O Salton para Bráz, estará à venda , além das unidades da Bráz e da casa-irmã Bráz Quintal, na Bráz Trattoria, casa de cozinha italiana, em garrafa, de meia garrafa ou em taças.

Sobre a Bráz
Avessa a invencionices, a Bráz tem obsessão por receitas simples com ingredientes de altíssima qualidade, incluindo produtos italianos importados com exclusividade.

A casa aposta em massas médias com bordas altas e coberturas especialíssimas.

Eleita a melhor pizza da cidade diversas vezes nas três cidades em que está presente (São Paulo, Rio e Campinas) e, neste ano, a 15ª melhor pizzaria do mundo segundo o guia Where To Eat Pizza, a Bráz confirma a tese de que na hora de comer seu prato predileto, o brasileiro gosta mesmo é de ser tradicional.

Sobre a Bráz Trattoria
Em um ambiente moderno e casual dentro do Shopping Cidade Jardim, a Bráz Trattoria renova a tradicional cozinha italiana com talento e um toque de modernidade.

Empreendimento da Cia. Tradicional de Comércio com Benny Novak e Renato Ades, sócios no Ici Bistro e Tappo Trattoria, une a comida simples das cantinas interpretada com personalidade com as pizzas que carregam a essência da premiada pizzaria Bráz.

O cardápio é assinado por Novak e Marcelo Tanus e divide as atenções com o bar, de onde saem bebidas on tap e drinques criados pelo bartender Fabio la Pietra (SubAstor), e com uma estação de antepastos.

Salton
www.salton.com.br

Bráz
www.pizzariabraz.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

Volta ao topo da página
10/08/2016 - 11:00:00
Bebidas> Café > Café da Condessa


Porque as mulheres ainda sofrem com assédios, e o quanto podem atrapalhar os negócios!

Florada de café em foto tirada 2008

Meninas e meninos,

Visitando o stand do Café da Condessa, aliás, um bom café do sul de Minas Gerais, sua representante, me disse não ter cartões comerciais por que estes invariavelmente serviam para futuras “cantadas”, nas mãos de homens grosseiros.

Não é de chorar de raiva que uma profissional escolha não ter seu nome, e-mail e telefone divulgados em cartões comerciais, que são nosso maior veículo de promoção e contato, devido ao assédio que possam acarretar?

Não concordei com a atitude dela, mulher estudada e inteligente, filha de geração de mais de duzentos anos plantando café, e trabalhando honestamente na área, pois creio que não é fugindo do problema causado por inescrupulosos que ela se safará de futuras investidas.

A foto com as lindas flores do cafeeiro vão para a Maria Carolina, com pedido de desculpas em nome dos muitos outros homens que respeitam as mulheres.

Feito este comentário, degustei o café, e gostei, e disse-me ela que colhem a variedade Mundo Novo, e somente esta, pois seus antepassados haviam escolhido esta variedade como a melhor à época, e que tem sido conservada na família a ideia de se plantar, colher e secar o café à moda antiga, bem tradicional, sem é claro, perder a objetividade e modernidade que o progresso e a tecnologia proporcionam.

Revendo minhas publicações, encontrei um texto feito há muitos aos, e com uma foto espetacular, que recebi em 2008 da Cristina Lichtenberger Assumpção, do Mkt do Café da Terra.

Para quem gosta de plantas, flores e do café, é um deslumbrante espetáculo.

A Maria Carolina, do Café da Condessa, aconselha o aproveitamento da borra do café, vejam: Serve para desentupir pias.

Espanta aquelas formiguinhas dentro de armários, e nos jardim além destas, espanta lesmas e caracóis.

Elimina cheiros na geladeira, de ralos e tira o cheiro de alimentos das mãos. Afasta gatos dos jardins.

Misturada à areia de pratos dos vasos, ajuda a combater a dengue.

Como esfoliando da pele, com 1 xícara de borra quente para meia de açúcar ou sal e 1 colher de mel.

Ótimo fertilizante para as plantas.

Aproveito para dar algumas dicas, que a ABIC-Associação Brasileira da Indústria de Café, coloca em seu site:
Não existe uma melhor forma de preparar o café, existem distintos métodos de preparação e, mesmo dentro de cada método, pode haver variações de acordo com o gosto de cada um; uns preferem cafés mais fracos, menos pó, enquanto outros preferem cafés fortes, mais pó. A escolha do método pode depender da praticidade ou mesmo da disponibilidade de equipamento.

O café deve ser degustado e apreciado, por esta razão deve ser preparado da forma que melhor te apetece!

Após todo processo produtivo, o café passa pela etapa do preparo para consumo. O preparo correto é fundamental, pois é nesta etapa que todo esforço de produzir um café de qualidade culmina. O preparo, que consiste na extração do sabor e aroma do café torrado e moído através de água quente, possui variantes culturais que determinam diferentes processos de preparo, mas deve seguir algumas regras básicas para a obtenção de um bom café.

TIPOS DE PREPARO
A adição de água quente ao café torrado e moído, produzindo então a bebida café, é um processo chamado de infusão, e pode ocorrer por filtragem, percolação, prensagem ou pressão, sendo que cada um destes produz tipos de bebidas distintas.

Filtragem: O pó é acondicionado em um filtro, de papel ou de pano, com adição de água quente não fervente por cima. Este método é muito utilizado na cultura brasileira de preparo, através de coadores caseiros e cafeteiras elétricas, dando origem ao tradicional cafezinho.

Percolação: Método onde se coloca o pó de café no centro de um equipamento moka, que posicionado em um fogão faz a água entrar em ebulição e pressionar café líquido para um recipiente.

Prensagem: em um recipiente de vidro se coloca o pó de café misturado com água quente não fervente e em seguida introduz-se um filtro que é pressionado por um êmbolo que separa o pó do café já pronto para consumo. O método, que virou moda entre os norte-americanos, é conhecido como Prensa Francesa.

Pressão: conhecido como café expresso, neste preparo o café é moído na hora e acondicionado em um filtro que sofre uma pressão de água a 90ºC e 9Kg de pressão durante 30 segundos em média, gerando uma bebida cremosa e aromática.

REGRAS FUNDAMENTAIS DE UMA BOA PREPARAÇÃO
Quanto melhor o café, maior é a extração e melhor o sabor da bebida.

Veja a data de fabricação do café. Café recém-torrado tem mais sabor.

O café moído se deteriora facilmente em função do ar, da umidade, do calor, do tempo e do contato com odores estranhos. Por isso ele deve ficar acondicionado sempre distante desses riscos.

Guarde o café não utilizado em um recipiente com boa vedação, na geladeira.

A água utilizada deve ser pura e limpa. Utilize sempre água filtrada ou mineral na preparação do café.

Prepare somente a quantidade de bebida que vai ser consumida imediatamente ou, no máximo, durante a hora seguinte.

O tempo de contato entre água e café deve ser: Para moagem fina - até 4 minutos Para moagem média - de 4 a 6 minutos Para moagem grossa - de 6 a 9 minutos Este tempo varia conforme o equipamento e a preferência pessoal.

Use a medida correta. Utilize de 80 a 100 gramas de pó (aproximadamente 5 a 6 colheres de sopa) para 1 litro de água.

Se a bebida resultar sem sabor, aumente a quantidade de café. Se ela ficar amarga, áspera ou desagradável, diminua o tempo de contato da água com o café, diminuindo a quantidade do pó.

A água utilizada deve ser apenas aquecida, não pode ferver, pois a perda de oxigênio altera a acidez do café. A temperatura ideal de preparo é próxima dos 90ºC.

Pelo pó de café deve passar somente água quente, jamais a bebida. A recirculação torna a bebida muito amarga, áspera e desagradável.

A característica da bebida café é a de ir deteriorando-se lentamente e, por isso, um café preparado há mais tempo não tem o mesmo sabor agradável de um café fresco.

Beba o café em xícaras de porcelana. O sabor fica destacado e a temperatura constante.

No caso do uso de garrafas térmicas, estas devem ser muito limpas e de uso exclusivo do café.

Nunca prepare ou armazene a bebida já adoçada porque se formará uma crosta de caramelo de mau sabor nas paredes do recipiente.

www.cafedacondessa.com.br

http://www.abic.com.br/

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

Volta ao topo da página
09/08/2016 - 10:30:00
Gastronomia> confeitaria > The Pastry Lab-Expo Chocolate


The Pastry Lab-Encontro Mundial de Chefs Confeiteiros

The Pastry Lab-Encontro Mundial de Chefs Confeiteiros-sobremesa Emulzint com frutas nobres-divulgação

Meninas e meninos,

Ontem foi dada a largada no que já se prenuncia ser uma revolução na confeitaria, na arte de ser pâtissier e chocolatier com o The Pastry Lab-Encontro Mundial de Chefs Confeiteiros. Com a presença de cinco nomes dos mais importantes da área como ANTONIO BACHOUR, EWALD NOTTER, DAVIDE MALIZIA, EMMANUEL HAMON e CARLES MAMPEL, este notável laboratório seguirá hoje e amanhã, ou seja, dias 09 e 10.

Paralelamente acontece no Centro de Convenções Frei Caneca a Expo Chocolate 2016, esta começa hoje dia 09 e seguirá até dia 12 deste.

O que mais me chamou a atenção na coletiva de imprensa é que todos os Chefs Pâtissiers estão muito preocupados em suas respectivas áreas com a gastronomia saudável, e com gosto. Reunidos pelo esforço de alguns abnegados da área do Chef Rafael Barros e Chef Giuliana Cupini, aos quais conheço faz tempo, este evento promete alavancar a troca de experiências e informações para os nossos pâtissiers, que lutam com a dificuldade de parcos recursos para a área e sem os materiais de ponta necessários à atividade.

Recomendo que os doceiros de plantão não percam a chance de ver o trabalho destes chefs Na Expo Chocolate, teremos também a apresentação dos chocolates denominação de origem e cacau Fino de Aroma da marca CasaLuker, da qual o Chef Pâtissier Emmanuel Hamon é embaixador, dando aos brasileiros mais uma opção de escolha de bom produto.

Quem representa a marca CasaLuker é a Emulzint, na sua linha Orquestra.

“Assim como uma Orquestra, a alta confeitaria precisa de instrumentos afinados nas mãos dos melhores músicos, para uma execução perfeita da obra. Através da linha Orquestra, a Emulzint pretende oferecer ao mercado brasileiro excelentes matérias-primas fornecidas por parceiros certificados e reconhecidos nacional e internacionalmente”, afirma Anderson Cattoni, Gerente de Marketing da Emulzint.

E para dar um gostinho especial, vejam os comentários do Chef Guma Dal’Acqua Chef Pâtissier da Linha Orquestra da Emulzint.

“Os recheios de frutas nobres, como framboesa, blueberry e cereja, fazem sucesso no Brasil. O mais importante é que tenham alto teor de frutas e que ajudem a dar ainda mais sabor à sobremesa, ao mesmo tempo deixando o visual bem atrativo. Além de serem muito saborosas, também trazem vários benefícios à saúde, pois são ricas em nutrientes”.

Framboesa: A framboesa agrada tanto o paladar infantil quanto o adulto, e é utilizada no preparo de doces, geleias, compotas, recheios de bolos e tortas, entre outros. “Sabores artificiais ou diluídos são um pecado na confeitaria fina. Por isso, o alto teor de frutas é realmente importante”, explica o especialista. Segundo ele, a framboesa é uma fruta versátil, que harmoniza bem com outras frutas como limão e maracujá, com Champagne e Vinhos espumantes e imbatível junto com o chocolate dark ou branco, e costuma cair bem em receitas de bombons, bolos, tortas e cheesecakes.

Blueberry: Embora um pouco menos popular que a framboesa, o blueberry ou mirtilo também é bastante apreciada nos recheios de sobremesas pelos brasileiros. “O blueberry costuma funcionar muito bem em bolos, tortas e muffins”, destaca o Chef.

Cereja: A cereja é outro sabor queridíssimo nas confeitarias, e costuma ser usada não somente nos recheios, como também nas caldas e decorações dos doces. “Assim como a framboesa, é fundamental que o produto seja de qualidade, para que o sabor de cereja não fique exagerado ou muito doce e anule as demais nuances da receita”, alerta o Chef.

Pastry Lab:DIA 9 de Agosto - Terça-Feira

07:00 as 08:00 - Credenciamento 08:00 as 08:30 - Abertura do evento 08:30 as 10:00 - Aula Show - Chefe Emmanuel Hamon - Embaixador da Casa Luker (Entremet) 10:00 as 10:30 - Rodada de perguntas 10:30 as 11:00 - Intervalo 11:00 as 12:30 - Aula Show - Chefe Ewald Notter - Campeão do Mundo Chocolate (Peça Artística em Chocolate) 12:30 as 13:00 - Rodada de Perguntas 13:00 as 14:30 - Intervalo para Almoço (Livre) 14:30 as 16:00 - Aula Show - Chefe Antonio Bachour - Bachour Bakery /St. Regis (Sobremesas) 16:00 as 16:30 - Rodada de Perguntas 16:30 as 18:00 - Salão livre para interação/Fotos com os Chefs

DIA 10

08:00 as 08:30 - Recepção 08:30 as 10:00 - Aula Show - Chefe Carles Mampel - Bubo Barcelona (Evolução da Mousse de Chocolate) 10:00 as 10:30 - Rodada de Perguntas 10:30 as 11:00 - Intervalo 11:00 as 12:30 - Aula Show - Chefe Davide Malizia - Campeão do mundo Açucar (Peça Artística em Açúcar) 12:30 as 13:00 - Rodada de Perguntas 13:00 as 14:30 - Intervalo para Almoço (Livre) 14:30 as 16:00 - Aula Show - Chefe Antonio Bachour - Bachour Bakery /St. Regis (Sobremesas) 16:00 as 16:30 - Rodada de Perguntas 16:30 as 17:00 - Encerramento 17:00 as 18:00 - Salão livre para interação/Fotos com os Chefs

Por solicitação dos Chefs, não será permitido gravar ou filmar as aulas. As produções dos chefes bem como as peças artísticas serão expostas na área externa do auditório para fotos e apreciação de todos.

Local: Auditório da Universidade Anhembi Morumbi - Campus Vila Olímpia Rua Casa do Ator - 275 - Vila Olímpia - São Paulo

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

Volta ao topo da página
08/08/2016 - 13:30:00
Bebidas> Vinhos > 5ª Grande Prova Vinhos do Brasil


850 amostras inscritas fizeram da 5ª Grande Prova Vinhos do Brasil a maior até hoje realizada.

- Vencedores com certificados da 5ª Grande Prova Vinhos do Brasil: Foto Gilmar Gomes.

Meninas e meninos,

Semana passada foi divulgada a relação dos ganhadores da 5ª edição da Grande Prova Vinhos do Brasil-GPVB.

Com 850 amostras inscritas, vindas de 110 vinícolas brasileiras de oito estados, esta edição da Grande Prova Vinhos do Brasil foi a maior até hoje realizada.

O resultado foi divulgado no Hotel Casacurta, em Garibaldi-RS; "Nunca se falou tanto em vinho no Brasil e isso é resultado da qualidade cada vez maior dos nossos produtos. Quem ganha com isso é o consumidor", comentou Oscar Ló, vice-presidente do IBRAVIN- Instituto Brasileiro do Vinho.

Sergio Queiroz, do Grupo Baco, organizador do evento, comenta: "Os resultados, somando-se ao trabalho do anuário, terminam por ser uma grande referência para o mercado, tanto trade, como consumidor, pois trazem de forma bem elaborada e didática o nosso acompanhamento ano a ano da nítida evolução qualitativa dos nossos vinhos, sempre com muitas novidades", e diz que os resultados serão divulgados pelo Anuário Vinhos do Brasil 2016/2017, editado pelo Grupo Baco.

Ocorreram três empates dentre as 28 categorias, resultando em 30 campeões no certame que obedece às normas da OIV- Organização Internacional da Vinha e do Vinho.

Com cinco medalhas de duplo-ouro, 160 medalhas de ouro e 90 medalhas de prata no total, as categorias Espumante Brut Champenoise e Tinto Super Premium foram as que conquistaram mais medalhas de ouro, com 31 e 37, respectivamente.

Como novidade nesta edição, as novas categorias Tintos Super Premium (acima de R$ 100), Best Buys (os mais bem pontuados até R$ 39,99), categorias especiais para espumantes elaborados pelo método tradicional (Champenoise) e a inédita categoria de Suco de Uva integral.

Conheça os jurados da 5ª Grande Prova Vinhos do Brasil:
Michel Friou - França, enólogo chefe da vinícola Almaviva; Danio Braga - chef e sommelier, fundador da ABS Brasil; Sebastián Rodrigues - Chile, enólogo da Concha y Toro; Diego Arrrebola - Sommelier, atual bi-campeão brasileiro; Vladimir Veliz - Chile, do CanaldelVino.com; Gilberto Pedrucci - enólogo e presidente do Sindivinho; Marcio Oliveira - jornalista de MG, responsável pelo site Vinotícias; Ed Arruda, sommelier chefe do Copacabana Palace; Ricardo Farias, presidente da ABS-Rio; Celio Alzer, professor da ABS-Rio; Roberto Rodrigues, diretor da ABS Rio; Homero Sodré, Delegate de Bordeaux no Brasil pelo CIVB; Jô Sodré, professora de vinhos da Universidade Estácio de Sá; Maria Helena Tahuata, vice-presidente da ABS Rio; Romeu Valadares, jornalista; Luiz Fernando Silva, do Grupo Pão de Açúcar; Sergio Queiroz, Grupo BACO; Marcelo Copello - Grupo BACO e presidente do juri.

O evento conta com o apoio do IBRAVIN, do Governo do Rio Grande do Sul e do Sindicato da Indústria do Vinho, do Mosto de Uva, dos Vinagres e Beb. Derivados da Uva e do Vinho do RS (Sindivinho), com apoio institucional das entidades: Agavi, Aprovale, Acavitis, Apromontes, Vinhos da Campanha, Valex-Vale do São Francisco, ExpoVinis Brasil e parceria Hotel Vila Galé e Bilfinger Profi Miet do Brasil Ltda.

Vencedores:
Espumante Branco Brut Champenoise - Viapiana 575 dias e Gran Legado
Espumante Branco Brut Charmat - Chandon Excellence
Espumante Rosé Brut Champenoise - Cave Geisse Terroir
Espumante Rosé Brut Charmat - Monte Paschoal Virtus
Espumante Branco Extra-Brut e Nature - Cave Geisse Terroir Nature
Espumante Prosecco/Glera - Monte Paschoal
Espumante Branco Moscatel – Aliança
Espumante Branco Demi-sec - Aurora Saint Germain
Espumante Rosé Demi-sec e Moscatel - Don Guerino Moscatel Rosé
Branco Chardonnay - Casa Verrone Speciale
Branco Sauvignon Blanc - Don Guerino Sinais
Branco Moscato - Macaw Perini
Branco de Outras Castas e Cortes - Estância Guatambu
Rosé - Dunamis Tom
Tinto Cabernet Sauvignon - Barão de Petrópolis (Vinícola Bebber) e Aurora Millesime
Tinto Merlot - Miolo Terroir e Salton Desejo
Tinto Tannat – Simonetto
Tinto PinotNoir – Suzin
Tinto Cabernet Franc - Dal Pizzol Do Lugar
Tinto Marselan - Viapiana Expressões
Tinto de Outras Castas - Monte Paschoal Tempranillo
Tinto Corte - Perini Quatro
Tinto Syrah - Primeira Estrada (Vinícola Estrada Real)
Tinto Super Premium (acima de R$ 100) - Perini Quatro
Doces e Fortificados - Salton Intenso
Suco de Uva Integral Tinto – Zanrosso
Suco de Uva Integral Branco – Aurora
Best Buy, bem pontuados até R$ 39,99 no varejo (serão divulgados posteriormente)

O Anuário Vinhos do Brasil 2016/2017 é uma publicação bilíngue, editada em parceria entre o Grupo BACO o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), trazendo um panorama completo da indústria do vinho brasileira, das regiões produtoras, dos vinhos, do enoturismo, sendo hoje a principal referência editorial do setor, seja no Brasil ou no Exterior, onde é distribuído em mais de 100 postos e embaixadas pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE).

IBRAVIN
www.ibravin.org.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

Volta ao topo da página
04/08/2016 - 18:30:00
Gastronomia> Turismo gastronômico > Cunha


Você já foi à Cunha? Não? Então vá!

Depois do por do sol no lavandário e ainda com luz solar

Meninas e meninos,

Quantas vezes vocês já ouviram que alguém foi conhecer um lugar e se apaixonou por ele?

Pois vou contar que foi isto que me aconteceu quando fui conhecer Cunha, no estado de São Paulo, vale do Paraíba, quase na divisa como Rio de Janeiro e já muito próxima da cidade de Paraty.

Sou um caipira de alma, admito, pois apesar de ter nascido na selva de pedra, tenho dentro de mim a paixão cabocla, suas tradições, cultura, sua gastronomia, suas visões de como proceder quanto aos animais, árvores, rios.

Somando o enlevo que tive ao conhecer pessoas e paisagens de Cunha e o jeitão de caipira que carrego, o resultado foi que virei um admirador desta terra, seus costumes e sua gente.

Este texto é apenas um dos muitos que pretendo talhar, deixando o rastro de alegria, visual belíssimo, natureza ímpar, gastronomia, hospitalidade, clima e aventura que por lá encontrei.

Adoro os ares das montanhas e tudo o que eu ele pode trazer.

Minha memória olfativa me faz recordar do cheiro do mato sob a neblina da manhã; ao cair da tarde o cheiro de lenha queimando, tanto dos fogões, quanto de lareiras; e o cheiro do cedrinho então, este me leva novamente aos meus 12 ou 13 anos.

Logo em minha chegada, junto ao novo velho amigo Marivaldo, proprietário da Pousada Cheiro da Terra, e hoje, secretário de turismo de Cunha, me senti como se em casa estivesse com a prosa, o ambiente e hospitalidade.

Mas antes de falar com calma em outra ocasião das ricas experiências como a cerveja artesanal da Cervejaria WolkenburG, do Lavandário e seu por do sol magnifico, do bolo com café no Café Capril, e das cerâmicas que encontrei, belíssimas por sinal, tanto no Gaia Arte Cerâmica, quanto na história e peças fantásticas do Atelier Carvalho Cerâmica, quero falar do festival gastronômico que está por começar: a 9ª Edição do Festival Gastrônomico do Cordeiro Serrano.

Esta bela festa irá começar já nesta final de semana, dia 06 de Agosto, e irá se estender até dia 07 de Setembro.

Cortes de cordeiro como pernil, a paleta e o carré, serão servidas em restaurantes e pousadas durante os finais de sema e feriados como o que fecha a atração gastronômica em 7 de Setembro.

Como são muitas as atrações, recomendo entrarem no site para verificar onde e qual escolher, mas para citar um deles, lugar que visitei e desfrutei, o Café Capril estará com o prato Costelinha de cordeiro ao molho barbecue, e somente para o no 1º dia do festival, como brinde, uma entradinha de pinhão com ervas finas.
http://cafecapril.com.br/novo

Eu se fosse você, já me programava e reservada uma das inúmeras vagas em hotéis e pousadas desde já, pois a lotação fica completa facilmente, e como sugestão, a Pousada Cheiro da Terra, e falem com o Marivaldo, vale a pena, pois é um grande conhecedor das coisas e gentes de Cunha.

Pousada Cheiro da Terra Al. Francisco da Cunha Menezes, 1.245 Tel.: (12) 3111-2822
http://www.pousadacheirodaterra.com.br

Para mais informações, visite o site da Secretaria de Turismo de Cunha
http://www.cunha.sp.gov.br/turismo-e-cultura ou a Fan Page no Facebook
https://www.facebook.com/secretariadeturismodecunha

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

Volta ao topo da página
03/08/2016 - 11:00:00
Bebidas> vinhos > Marques de Casa Concha


Com a presença de um nobre, o Marques de Casa Concha, celebramos com jantar o dia dos pais do alto do Terraço Itália.

Meu nome em rolha do Marques de Casa Concha gravada com pirógrafo pelo artista por Luiz Zilio.

Meninas e meninos,

Mais uma vez venho falar desta empresa gigante no mercado de vinhos, a Concha y Toro.

Reunindo vários pais no jantar denominado “Dia dos pais com Marques”, tive o privilégio de estar na lista de convidados da Concha y Toro, que elegeu o dia dos pais para ação com os vinhos Marques de Casa Concha.

Um jantar magnífico, harmonizados com os vinhos Marques de Casa Concha no Terraço Itália, cartão postal de nossa cidade de São Paulo, reuniu pais e filhos para celebrar a data em grande estilo e nobreza, afinal, a presença de um Marques, de um não, de três, pois a linhagem estava representada pelos rótulos Chardonnay, Carmenère e Cab. Sauvignon.

No excelente cardápio, a entrada para acompanhar o Marques de Casa Concha Chardonnay, uma salada de polvo de se pedir bis.

Primeiro prato, um Risoto de funghi acompanhou o Marques de Casa Concha Carmenère.

Para escoltar o nobre Marques de Casa Concha Cabernet Sauvignon, foi servido um fantástico Carré de javali com polenta cremosa.

Claro que o doce embalo viria na Torta de ricota com frutas cristalizadas regadas ao vin santo, que escoltado pelo Late Harvest Concha y Toro preparou os convivas para a surpresa final.

Esta surpresa traduzida em uma rolha de Marques de Casa Concha com o nome do pai homenageado pirografado, verdadeira obra de arte executada pelo artista Luiz Zilio, representante de família que se dedica à arte da gravação há muitas décadas, foi o desfecho triunfal.

Ainda mês passado escrevi sobre outra ação muito interessante da Concha Y Toro sob o título: Vende mais porque anuncia, ou anuncia porque vende mais, vejam:
http://www.divinoguia.com.br/default.asp?acao=indicar&idmateria=851
Está explicado?

Obrigado meu amigo Marques de Casa Concha pelo #diaodspaiscommarques

Terraço Itália
www.terracoitalia.com.br

VCT Brasil-Concha y Toro
www.conchaytoro.com

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

Volta ao topo da página
01/08/2016 - 10:00:00
Bebidas> vinhos brasileiros > colheita noturna


Como disse à época o enólogo Miguel Ângelo Vicente Almeida: colheita mecanizada, ou colheita ao luar para os românticos, mas para os técnicos, mosto verde, carregado de precursores aromáticos primários a 5°C.

Sauvignon Blanc Reserva 2016- Colheita noturna- Miolo- Campanha Gaúcha-divulgação

Meninas e meninos,

Esta postagem vem completar a que fiz em 05 de Fevereiro deste ano, agora com o resultado prático, o primeiro vinho oriundo desta colheita.

Ainda não o degustei, portanto não trato aqui do vinho sensorialmente, nem estou comparando resultados, mas confio nos enólogos responsáveis pelos vinhos Miolo, que sabem o que estão fazendo e porque o estão fazendo.

Colhendo a Sauvignon Blanc no vinhedo da Campanha Gaúcha-Seival Estate- o vinho é o primeiro que se apresenta ao mercado utilizando esta técnica de colheita, mecanizada, durante a noite.

“Durante a madrugada, a uma temperatura mais baixa, a uva está gelada e apresenta uma preservação aromática diferente da fruta colhida durante o dia a altas temperaturas”, explica o enólogo e superintendente do grupo, Adriano Miolo.

“A Sauvignon Blanc produz alguns dos melhores vinhos brancos do mundo. Na temperada região da Campanha, nos vinhedos do Seival, manejávamos o vinhedo de forma que protegíamos os cachos verdes da luz solar durante a maturação, para a preservação dos aromas. Agora, com a Colheita Noturna, seria como se controlássemos a temperatura da Sauvignon Blanc ainda na videira. Com isso, conseguimos evidenciar os aromas primários e também preservar sua acidez natural”, explica o enólogo Miguel Almeida.

Vejam texto que publiquei na época da colheita noturna:
“Primeira colheita noturna mecanizada, para os românticos uma colheita ao luar, para os técnicos um mosto verde, carregado de precursores aromáticos primários e a 5°C diz o enólogo”.
http://www.divinoguia.com.br/default.asp?acao=indicar&idmateria=757

www.miolo.com.br

Até o próximo brinde!

Álvaro Cézar Galvão

Volta ao topo da página

Ver todas as notícias do mês.
Quem sou eu

Enófilo apaixonado, larguei a engenharia para trabalhar com o lado lúdico dos vinhos e da gastronomia. Engenheiro por formação acadêmica, sommelier formado pela ABS-SP, acabei me tornando "O Engenheiro que Virou Vinho".

Sobre este SIte

Este site é um espaço digital onde eu coloco todas as experiências que vivo dentro do universo do vinho e da gastronomia, procurando sempre apresentar o lado lúdico do comer e do beber bem.

Para entrar em contato clique aqui.


Estatísticas deste site...





Avaliando




Mecanismo de busca

Palavra-chave


Enquetes do Divino Guia

Você é a favor ou contra a Lei Seca?
Sim
Não
Indiferente


Redes sociais - curta e indique aos amigos







Instagram Instagram do Divino Guia



ARQUIVOS DO SITE

2016
Janeiro (15)
Fevereiro (17)
Março (18)
Abril (16)
Maio (20)
Junho (18)
Julho (17)
Agosto (14)

2015
Janeiro (21)
Fevereiro (18)
Março (22)
Abril (20)
Maio (21)
Junho (21)
Julho (22)
Agosto (20)
Setembro (21)
Outubro (19)
Novembro (17)
Dezembro (17)

2014
Janeiro (18)
Fevereiro (20)
Março (20)
Abril (20)
Maio (20)
Junho (20)
Julho (23)
Agosto (21)
Setembro (22)
Outubro (21)
Novembro (18)
Dezembro (21)

2013
Janeiro (8)
Fevereiro (19)
Março (21)
Abril (21)
Maio (19)
Junho (18)
Julho (17)
Agosto (21)
Setembro (19)
Outubro (21)
Novembro (19)
Dezembro (19)






Álvaro Cézar Galvão participa do programa Chefs do Apetite. Para assistir todos os programas já gravados clique aqui.





Academia do Vinho

Adilson Farias-ilustrador em café

Bebel Baeta e Sebastian

Bebericando por Helena Mattar

Beto Duarte

Blog do Marcelo Katsuki

Blog Nosso Vinho-Paulo Queiróz

Chef Karina Papa

Confraria Dos Panas

Cris Couto

Degustadores sem Fronteiras

Emerson Hass

Ensei Neto

Eugênio Oliveira-Decantando a Vida

Fabiana Gonçalves

João Filipe Clemente

Jorge Monti

Luiz Horta

Marcelo di Morais

Mariana Costa-Viagem na Cozinha

Pecado de Vinhos

Programa Chefs do Apetite

Revista Eno Estilo

Revista Viver Plus Size

Selo & S

Selo 7 Sommeliers

Silvestre - Vivendo a Vida

Vinho dos Anjos

Vinho e Delícias

Vinhos Brasucas